A origem do teatro: gregos, oráculos e deuses

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 “O teatro surgiu a partir do desenvolvimento do homem, através das suas necessidades. O homem primitivo era caçador e selvagem, por isso sentia necessidade de dominar a natureza. Através destas necessidades surgem invenções como o desenho e o teatro na sua forma mais primitiva. O teatro primitivo era uma espécie de danças dramáticas coletivas que abordavam as questões do seu dia a dia, uma espécie de ritual de celebração, agradecimento ou perda.”
 
 
 
Do culto à Dionísio a origem do teatro
 
 
Na verdade, antes do teatro propriamente dito, sugiram no Egito pequenos rituais que giravam em torno dos mitos. Os mitos possuíam regras de acordo com o que era proposto pelo estado e a religião, eram apenas a história do mito em ação, ou seja, em movimento.

 

 

 

Mas foi na Grécia que o teatro realmente ganhou forma e conteúdo. Surge o ditirambo, uma procissão informal que servia para homenagear o Deus Dionísio (deus do vinho). Eram festivais anuais, com cada nova safra de uva, onde eram feitas inúmeras celebrações com apresentações de tragédias e comédias.

Com o tempo, os ditirambos foram ficando cada vez mais elaborados, surgindo os diretores de coro, os organizadores de procissões. Os participantes cantavam, dançavam e apresentavam diversas cenas das peripécias de Dionísio e, em procissões urbanas, se reuniam aproximadamente 20 mil pessoas, enquanto que em procissões de localidades rurais as festas eram menores.

 

 

Aristóteles

Foi a partir dessas celebrações que Aristóteles, em sua Poética, apresentou três versões para o nascimento da tragédia. A primeira versão argumenta que a tragédia e o teatro surgiram exatamente como conseqüência da celebração a Dionísio: as pessoas bebiam vinho até ficarem embriagadas, o que lhes permitia entrar em contato com o deus homenageado. Homens fantasiados de bodes encenavam o mito de Dionísio. Esta é a concepção mais aceita atualmente pois explica o significado da tragédia com o bode, presente nas celebrações dionisíacas.

 

 

 Ésquilo

 A segunda versão relaciona o teatro com os Mistérios de Eleusis, uma encenação anual do ciclo da vida: nascimento, crescimento e morte. A semente era o ponto principal dos mistérios, pois a morte da semente representava o nascimento da árvore, que por sua vez trazia novas sementes. A dramatização dos mistérios permitiria o desenvolvimento do teatro e da tragédia.

 

 

 Sófocles

 A terceira concepção e aceita por Aristóteles, é de que o teatro nasceu como homenagem ao herói dório Adrausto, que permitiu o domínio dos Dórios sobre os demais povos indo-europeus que habitavam a península. O teatro seria a dramatização pública da saga de Adrausto e seu triste fim.

Ao longo dos anos, grande parte dos escritos acerca da tragédia foram perdido. Mas são três, os grandes tragediógrafos conhecidos:

ÉSQUILO  – (525 a 456 a.c aproximadamente): Principal texto: Prometeu Acorrentado. Girava em torno de deuses e mitos.

SÓFOCLES – (496 a 406 a.c aproximadamente): Principal texto: Édipo Rei. Acerca das grandes figuras reais.

EURÍPEDES – (484 a 406 a.c aproximadamente): Principal texto: As Troianas. Sua temática era focada nos renegados, nos vencidos.

 

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_do_teatro

 

 Eurípedes

 

 

 

 
 

3 Comentarios

  1. mto baum, cara!!!

  2. rogerio /

    bam de mais ne fui

  3. aline fernanda /

    me ajudou muitissimo(meu mail é yaoo porque eu coloquei errado a o fazer e deu só yaoo)

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  1. A sutileza por dentro da atitude cênica | O CAFÉ - [...] tragédia grega, por exemplo, a linguagem é macro, o encenador necessita jogar com o público, com o coro e ...

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