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- Porque o público acha caro o teatro gaúcho?
- Porque, apesar da excelência de nossos espetáculos, existe uma distinção muito visível entre teatro feito para o “público” e teatro feito para a classe artística?
- Porque valorizamos tanto a opinião “alheia” ao invés de termos nossos próprios conceitos e escolhermos espetáculos baseados em nossa vontade genuína?
- Porque (e como) se estabelecem os nichos artísticos em nossa cidade? O que direciona isso?
- Porque algumas pessoas que se denominam conceituadas viram a cara para o trabalho alheio? O que faz e o que torna o ‘teatro de qualidade” em Porto Alegre?
- O que é de fato relevante no papel do crítico? Vivência artística, conhecimento erudito ou as duas coisas?
- Porque o espectador gaúcho é tão fechado em relação à temáticas diferenciadas, que fogem do lugar comum e lhe tiram da zona de conforto?
- Porque essa ultra-valorização do teatro “carioca” ou “paulista” em detrimento ao nosso teatro?
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