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		<title>Precisamos falar sobre Kevin! Nós todos!</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 18:28:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvia Lazzaretti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mais uma vez, o massacre em Columbine é lembrado no cinema. O filme “Precisamos falar sobre Kevin”, adaptação cinematográfica do livro com o mesmo nome (da autora Lionel Shriver), traz uma ficção deste tipo de ‘espetáculo’ social por uma visão um pouco diferente: da mãe do assassino. Em outros posts dO Café já comentamos casos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Mais uma vez, o massacre em Columbine é lembrado no cinema. O filme “<a href="http://omelete.uol.com.br/cinema/precisamos-falar-sobre-o-kevin-critica/" target="_blank">Precisamos falar sobre Kevin</a>”, adaptação cinematográfica do livro com o mesmo nome (da autora Lionel Shriver), traz uma ficção deste tipo de ‘<em>espetáculo’ social</em> por uma visão um pouco diferente: da mãe do assassino.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Em outros posts dO Café já comentamos casos como estes massacres em escolas: sobre o filme <a href="http://www.ocafe.com.br/2011/08/22/um-elefante-na-sala-de-estar-gus-van-sant-e-seu-neo-realismo-soco-no-estomago/" target="_blank">Elephant</a>, sobre <a href="http://www.ocafe.com.br/2011/07/30/anders-behring-breivik-loiro-olhos-azuis-e-genocida/" target="_blank">Anders Behring Breivik</a> e sobre o genocídio no <a href="http://www.ocafe.com.br/2011/04/17/a-tragedia-no-rio-de-janeiro-tracando-um-perfil-sobre-a-esquizofrenia/" target="_blank">Rio de Janeiro</a>.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/precisamos-falar-sobre-o-kevin-cinema.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-11343" title="precisamos falar sobre o kevin, cinema" src="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/precisamos-falar-sobre-o-kevin-cinema.jpg" alt="" width="433" height="288" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Durante todo o percurso do filme, Eva (<a href="http://www.imdb.pt/name/nm0842770/" target="_blank">Tilda Swinton</a>) se questiona o tempo todo sobre o ocorrido na escola do filho. Lembra-se de momentos em que não se adaptava aos choros e manhas do ainda pequeno Kevin, e outros momentos que tenta levar o garoto para jantar, a fim de se aproximar mais dele. A sua vida está destruída, pois todos a rechaçam, pois como mãe teria que ter a reponsabilidade social das ações do ser, a quem chamava de filho.</p>
<div id="attachment_11345" class="wp-caption aligncenter" style="width: 577px"><a href="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Precisamos-falar-sobre-o-Kevin2.jpg"><img class="size-full wp-image-11345" title="massa de tomate, precisamos falar sobre Kevin." src="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Precisamos-falar-sobre-o-Kevin2.jpg" alt="" width="567" height="377" /></a><p class="wp-caption-text">Antes, massa de tomate seria diversão, agora é sangue: do parto e da morte.</p></div>
<p style="text-align: justify;">A forma como ela vive (ou tenta viver), demonstra grande instabilidade sentimental, apesar de aguentar as represálias dos vizinhos: tapas na cara, quando finalmente após todo o ocorrido consegue um emprego, tinta vermelha pintando sua casa, como o sangue das crianças e adolescentes, suas compras quebradas antes de chegar ao caixa. Mesmo fugindo, os vizinhos (normalmente mulheres) estão lá, a esperando para bombardeá-la como o ‘bode expiatório’ da vez.</p>
<p style="text-align: justify;">De fato, quando o papel social materno está ligado às atitudes do filho? Mesmo este sendo um adolescente, já possivelmente responsável pelos próprios atos?</p>
<div id="attachment_11344" class="wp-caption aligncenter" style="width: 444px"><a href="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/precisamos-falar-sobre-kevin-620-2.jpg"><img class=" wp-image-11344 " title="precisamos falar sobre kevin" src="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/precisamos-falar-sobre-kevin-620-2.jpg" alt="" width="434" height="244" /></a><p class="wp-caption-text">A personagem Eva e sua visível tristeza ao parir Kevin.</p></div>
<p style="text-align: justify;">A outra visão sobre um evento como este, que sem dúvida assusta a todos, e nos questiona em relação àquele cara estranho, que mora na sua rua. Além disso, o aspecto familiar desta relação nos remete a pensar se realmente o paradoxo do ‘amor materno’ é eterno e infinito. Assim como outras mães, Eva parece não se adaptar ao papel social, imposto por aquelas a quem a barriga cresce. Durante a infância do pequeno, sua precoce independência, a faz refletir sobre a vida adolescente do garoto.</p>
<div id="attachment_11346" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/vale_kevin_1.jpg"><img class="size-full wp-image-11346" title="kevin, precisamos falar sobre kevin" src="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/vale_kevin_1.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a><p class="wp-caption-text">Kevin e seu olhar...</p></div>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">A atuação de Tilda Swinton é impressionante. Consegue suspender as sensações, questionar quem a assiste. Certamente não existe outra atriz, que se compare no estado depressivo do personagem. Quanto ao garoto Kevin, o ator<a href="http://www.adorocinema.com/personalidades/personalidade-231665/" target="_blank"> Erza Muller</a> impressiona com seus olhos penetrantes, em que podemos ler o que pensa.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">“Temos que falar sobre o Kevin” coloca o dedo na ferida. Um tabu social dos nossos tempos.</p>
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		<title>O Legado de Carroll Shelby</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 02:51:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Duarte</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Na última sexta-feira, faleceu, aos 89 anos, Carroll Shelby, criador de verdadeiras lendas sobre rodas, como o Shelby Cobra, o Mustang Shelby e o Ford GT-40.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_11332" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><a href="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Carroll-Shelby-1923-2012-rip.jpg"><img class="size-full wp-image-11332" title="Carroll-Shelby-1923-2012-rip" src="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Carroll-Shelby-1923-2012-rip.jpg" alt="" width="550" height="343" /></a><p class="wp-caption-text">Carroll Shelby faleceu sexta, dia 11/05, aos 89 anos.</p></div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Nascido em Leesburg, Texas, em 1923, Carroll se aventurou em alguns negócios depois de sair da força aérea, onde serviu como instrutor de voo durante a II Guerra. Sua carreira de piloto começou em 1952, fazendo corridas de quarto de milha a bordo de um Ford ’32 . No mesmo ano, estreou em corridas de circuito, pilotando um MG-TC. Em 1953, Shelby apareceu para uma corrida usando o macacão listrado que utilizava em sua fazenda. O fato inusitado chamou atenção, e Carroll adotou as listras como sua marca registrada. Em 1956 e 1957, foi eleito o piloto do ano pela Sports Illustrated e, em 1959, a bordo de um Aston Martin DBR1/300, venceu as 24 horas de Le Mans, uma das provas mais tradicionais do automobilismo. A carreira de piloto terminou em 1960, devido a problemas de saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">Impossibilitado de correr, mas apaixonado por carros, Carroll voltou sua energia para a construção de veículos, ao descobrir que a inglesa AC Motors havia perdido sua licença de motores. O plano de Shelby: colocar um V8 americano no corpo de um pequeno esportivo europeu (importante lembrar que, nessa época, o único carro americano esporte era o Chevrolet Corvette). Em 1962, nascia a Shelby-American. O nome Cobra (Naja, em inglês) veio ao texano em um sonho e, assim como as faixas, se tornaram intrinsicamente ligadas a ele. O primeiro protótipo veio em 1962. Em 1963, vieram as primeiras vitórias, inclusive a primeira de um piloto americano em um carro americano, por uma competição da FIA. No mesmo ano, uma variação do Cobra com capota – o Daytona – começou a ser desenvolvida especialmente para a grande reta de Le Mans Mulsanne. Em 1964, os Cobras derrotam as Ferraris, nas 24h de Le Mans. Logo depois, o Cobra ganhou um motor big block 427 Ford, que o fez acelerar de 0 a 100 km/h, mais rápido que uma Ferrari Testarossa, 20 anos mais moderna.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_11334" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><a href="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/carroll-shelby-cobra-427.jpg"><img class="size-full wp-image-11334" title="carroll-shelby-cobra-427" src="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/carroll-shelby-cobra-427.jpg" alt="" width="550" height="366" /></a><p class="wp-caption-text">AC Shelby Cobra 427.</p></div>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_11333" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><a href="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/carroll-shelby-american-logo-snake-cobra.jpg"><img class="size-full wp-image-11333" title="carroll-shelby-american-logo-snake-cobra" src="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/carroll-shelby-american-logo-snake-cobra.jpg" alt="" width="550" height="574" /></a><p class="wp-caption-text">Logo da Shelby.</p></div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A estreita relação de Carroll com a Ford começou nesse ano de 1964. A Ford recém havia lançado o Mustang, carro que era a sensação do momento. A grande sacada do Mustang era que se tratava de um carro barato, porém com uma extensa lista de opcionais, possibilitando que o consumidor construísse o carro de acordo com seu gosto, desde um pacato coupé de 6 cilindros até um invocado fastback V8. Havia ainda o conversível. A Ford buscava apimentar o Mustang, e recorreu a Shelby para fazê-lo. Em 1965, nasce o Mustang Shelby GT-350, e, logo depois, veio o GT-500.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_11335" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><a href="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/carroll-shelby-mustang-shelby-gt350h-hertz.jpg"><img class="size-full wp-image-11335" title="carroll-shelby-mustang-shelby-gt350h-hertz" src="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/carroll-shelby-mustang-shelby-gt350h-hertz.jpg" alt="" width="550" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Mustang Shelby GT-350 H 1965 (H denomina a série especial da Hertz, pintado de preto e dourado).</p></div>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_11322" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><a href="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Eleanor-carroll-mustang-Shelby-GT500-ford-1967-60-segundos-gone-in-remake.jpg"><img class="size-full wp-image-11322" title="Eleanor-carroll-mustang-Shelby-GT500-ford-1967-60-segundos-gone-in-remake" src="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Eleanor-carroll-mustang-Shelby-GT500-ford-1967-60-segundos-gone-in-remake.jpg" alt="" width="550" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Mustang Shelby GT-500 1967, a Eleanor do remake de 60 Segundos, de 2000.</p></div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">No ano de 65 também a Ford entregava a Shelby o projeto do GT-40 (40 é referência à altura de 40 polegadas). A história desse modelo é curiosa: diz-se que Henry Ford II desejava comprar a Ferrari, e que estava muito próximo de consegui-lo. Na última hora, porém, Enzo Ferrari teria desistido do negócio. Ford ficou possesso, e decidiu ferir Enzo onde doía: nas pistas. Deu para os engenheiros um “cheque em branco” para que fosse construído um carro capaz de bater as Ferraris, em Le Mans. Não só o GT-40 venceu nas 24h de Le Mans, como humilhou as Ferraris, cruzando a linha de chegada em 1º, 2º e 3º, vencendo também nos 3 anos seguintes. No final dos anos 60, a parceria com Ford termina, e Shelby se afasta do ramo automotivo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_11324" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><a href="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/ford-gt40-le-mans-carroll-shelby-largada-mulsanne-grid.jpg"><img class="size-full wp-image-11324" title="ford-gt40-le-mans-carroll-shelby-largada-mulsanne-grid" src="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/ford-gt40-le-mans-carroll-shelby-largada-mulsanne-grid.jpg" alt="" width="550" height="368" /></a><p class="wp-caption-text">Ford GT-40 no grid de largada, com a pintura clássica da Gulf.</p></div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Nos anos 80, junto com Lee Iacocca (pai do Mustang), Shelby trabalha em parceria com a Dodge, preparando carros da montadora e trabalhando no projeto de um novo esportivo para a marca. O carro, apresentado em 1989, era nada menos que o Dodge Viper (semelhanças de design entre o Viper e o Cobra não são coincidência). Este trouxe novo fôlego aos esportivos americanos, reacendendo o interesse do público nesse tipo de produto.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_11336" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><a href="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/dodge-viper-1992-carroll-shelby-lee-iacocca.jpg"><img class="size-full wp-image-11336" title="dodge-viper-1992-carroll-shelby-lee-iacocca" src="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/dodge-viper-1992-carroll-shelby-lee-iacocca.jpg" alt="" width="550" height="432" /></a><p class="wp-caption-text">Dodge Viper 1992: design lembra o Cobra.</p></div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">No início dos anos 90, após sofrer uma cirurgia de transplante de coração, funda a Carroll Shelby Heart Fund, para ajudar a financiar transplantes de órgãos em crianças.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2005, Shelby e Ford retomam a parceria, produzindo o Ford GT, versão especial comemorativa de 40 anos do GT-40, e um novo Mustang Shelby GT500, que é produzido até hoje.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_11323" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><a href="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Ford-GT40-le-mans-40-anos-centenario.jpg"><img class="size-full wp-image-11323" title="Ford-GT40-le-mans-40-anos-centenario" src="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Ford-GT40-le-mans-40-anos-centenario.jpg" alt="" width="550" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Ford GT 2005, tributo ao GT-40.</p></div>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_11326" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><a href="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Ford-Mustang-Shelby-gt500-2013-carroll-shelby.jpg"><img class="size-full wp-image-11326" title="Ford-Mustang-Shelby-gt500-2013-carroll-shelby" src="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Ford-Mustang-Shelby-gt500-2013-carroll-shelby.jpg" alt="" width="550" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Mustang Shelby GT-500 2013.</p></div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A ausência desse gênio automotivo será sentida por todos aqueles que amam carros e velocidade, mas sua contribuição para a indústria jamais será esquecida. Carroll Shelby deixa essa vida, mas a lenda permanecerá eternamente.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/shelby_rip_rafadart.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-11329" title="2010 Ford Shelby GT500" src="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/shelby_rip_rafadart-e1337234709683.jpg" alt="" width="550" height="238" /></a></p>
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		<title>Toda a nudez tem de ser castigada?</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 02:26:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kika Freitas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não podemos deixar de mencionar as fotos da Carolina Dieckmann. Não só por terem sido o assunto das últimas semanas, com todo o rebuliço que um advogado pode causar ao ameaçar processar o gigante Google, mas por todo esse exagero &#8211; e mito &#8211; que existe ao redor da ideia de fotos de uma mulher. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Não podemos deixar de mencionar as fotos da Carolina Dieckmann.</p>
<p style="text-align: justify;">Não só por terem sido o assunto das últimas semanas, com todo o rebuliço que um advogado pode causar ao ameaçar processar o gigante <strong>Google</strong>, mas por todo esse exagero &#8211; e mito &#8211; que existe ao redor da ideia de fotos de uma mulher. <strong>Pelada</strong>.</p>
<div id="attachment_11309" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><a href="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Gustavo-Razzera-Poutsplaf-Fotografia-Porto-Alegre-2.jpg"><img class="size-full wp-image-11309" title="Gustavo Razzera, Poutsplaf, Fotografia, Porto Alegre (2)" src="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Gustavo-Razzera-Poutsplaf-Fotografia-Porto-Alegre-2-e1337220578925.jpg" alt="" width="550" height="364" /></a><p class="wp-caption-text">FOTO: Gustavo Razzera para Poutsplaf</p></div>
<p style="text-align: justify;">O Google retirou as fotos e as indexações a tais fotos do ar, só permitindo os sites mais <em>fakes</em> ficarem no ar com as com a indexação &#8211; <em>mas obviamente sem as fotos</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas não é de hoje que o Google tem essa política de tirar a nudez de cena. E não apenas a da atriz que ameaçou, ou alguma imagem específica. O Google exige a censura da nudez explícita, alegando ser pornografia. Sites como o (já gigante) <strong>Facebook</strong> também já excluíram usuários por expor a nudez explícita &#8211; <a href="http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI4949059-EI12884,00-Facebook+exclui+perfil+por+mostrar+nu+de+pintura+classica.html" target="_blank">inclusive de quadros conceituados</a>, <em>mas as matérias a respeito também estão hoje sem imagens</em>- , simplesmente por tratar-se de uma <strong>genitália</strong>.</p>
<div id="attachment_11312" class="wp-caption aligncenter" style="width: 343px"><a href="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Gustavo-Razzera-Poutsplaf-Fotografia-Porto-Alegre-5.jpg"><img class="size-full wp-image-11312" title="Gustavo Razzera, Poutsplaf, Fotografia, Porto Alegre (5)" src="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Gustavo-Razzera-Poutsplaf-Fotografia-Porto-Alegre-5-e1337220676805.jpg" alt="" width="333" height="500" /></a><p class="wp-caption-text">FOTO: Gustavo Razzera para Poutsplaf</p></div>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Então não podemos deixar de questionar: o que é pornografia? Quando a nudez torna-se pornográfica? O corpo nu não pode ser, simplesmente, um corpo nu?</p>
</blockquote>
<div id="attachment_11311" class="wp-caption aligncenter" style="width: 343px"><a href="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Gustavo-Razzera-Poutsplaf-Fotografia-Porto-Alegre-4.jpg"><img class="size-full wp-image-11311" title="Gustavo Razzera, Poutsplaf, Fotografia, Porto Alegre (4)" src="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Gustavo-Razzera-Poutsplaf-Fotografia-Porto-Alegre-4-e1337220769322.jpg" alt="" width="333" height="500" /></a><p class="wp-caption-text">FOTO: Gustavo Razzera para Poutsplaf</p></div>
<p style="text-align: justify;">Caímos numa luta severa contra a pornografia visual, mas ignoramos o erotismo das situações. Uma situação erótica não é a mesma coisa que uma situação pornográfica, da mesma forma que um flerte com joguinho de palavras é bem diferente de uma pessoa passar a mão em outra. Ao mesmo tempo, o que não é visível não é socialmente censurável, vide a leva de músicas de sentidos duplos, triplos ou quádruplos que ecoam por aí &#8211; <em>e que os pais acham bonitinho os filhos cantarem, pois eles não sabem do que se trata.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Hoje existem inúmeros fãs de <strong>fotografia erótica</strong>. E isso não quer dizer que são homens doidos para verem mulheres nuas, ou vice e versa. Uma foto nua ou sensual envolve um olhar, uma linguagem, um sentimento. A mulher (ou homem) é o foco principal, em seu inteiro, não só uma mísera parte de seu corpo.</p>
<div id="attachment_11313" class="wp-caption aligncenter" style="width: 343px"><a href="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Gustavo-Razzera-Poutsplaf-Fotografia-Porto-Alegre-6.jpg"><img class="size-full wp-image-11313" title="Gustavo Razzera, Poutsplaf, Fotografia, Porto Alegre (6)" src="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Gustavo-Razzera-Poutsplaf-Fotografia-Porto-Alegre-6-e1337220881690.jpg" alt="" width="333" height="500" /></a><p class="wp-caption-text">FOTO: Gustavo Razzera para Poutsplaf</p></div>
<p style="text-align: justify;">Se você observar, as revistas como <strong>G Magazine</strong>, <strong>Playboy</strong> ou<strong> Sexy</strong>, cada uma a seu modo, não focam os modelos como um todo, e sim, como o rosto (<em>famoso</em>) e suas zonas erógenas. E essa é a <em>minha</em> definição de pornografia: <em>Excluir o conceito foto, excluir todo e qualquer pano de fundo e criar um estado sexual na pessoa que está &#8216;consumindo&#8217; aquele material.</em> Sim, em muitos casos é tênue a linha, mas muito material hoje simplesmente tem nudez, e não por isso é um material perversor.</p>
<div id="attachment_11308" class="wp-caption aligncenter" style="width: 343px"><a href="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Gustavo-Razzera-Poutsplaf-Fotografia-Porto-Alegre-1.jpg"><img class="size-full wp-image-11308" title="Gustavo Razzera, Poutsplaf, Fotografia, Porto Alegre (1)" src="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Gustavo-Razzera-Poutsplaf-Fotografia-Porto-Alegre-1-e1337221071135.jpg" alt="" width="333" height="500" /></a><p class="wp-caption-text">FOTO: Gustavo Razzera para Poutsplaf</p></div>
<p style="text-align: justify;">Quanto a essa moralidade que cresce (enquanto ouve a &#8220;<em>Fugidinha&#8221;</em> de Michel Teló), pode ter certeza que igualmente vê uma <strong>Pornochanchada</strong> brasileira e considera um filme pornográfico. Mas ainda assim não deixa de assistir a Angelina Jolie em &#8220;<em>Pecado Original</em>&#8220;, porque aquilo é sensual. Consegue ver aqui a <em>contradição da moralidade</em>? As cenas de sexo protagonizadas por Antonio Banderas são um adorno do filme. São desnecessárias, por assim dizer. Enquanto isso, as chanchadas, além de terem uma visão bem brasileira de fundo, distinguindo bem as culturas do país, ainda é o filme que data uma época específica do país, que justamente podemos ver hoje como a justificativa de <em>&#8216;pão e circo&#8217;.</em> Em ambos os casos não trata-se de pornografia &#8211; mas pode ter uso pornográfico para quem assistir.</p>
<p style="text-align: justify;">E se você ainda não se convenceu, procure imagens, materiais e argumentos. Com certeza você encontrará fotos ainda não retiradas do arquivo de imagens do Google uma linda mulher (que parece ser alemã) passeando nua junto a junquilhos em um rio, ou diversas outras imagens de época. Isso não é pornografia, é material de pesquisa. Qualquer pessoa que queira compreender um pouco de moda ou atualidades tem de entender de corpos &#8211; e suas modificações ao passar do tempo -, que são a parte fundamental da indumentária.</p>
<div id="attachment_11314" class="wp-caption aligncenter" style="width: 343px"><a href="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Gustavo-Razzera-Poutsplaf-Fotografia-Porto-Alegre-7.jpg"><img class="size-full wp-image-11314" title="Gustavo Razzera, Poutsplaf, Fotografia, Porto Alegre (7)" src="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Gustavo-Razzera-Poutsplaf-Fotografia-Porto-Alegre-7-e1337221157889.jpg" alt="" width="333" height="500" /></a><p class="wp-caption-text">FOTO: Gustavo Razzera para Poutsplaf</p></div>
<p style="text-align: justify;">Com certeza não poderemos mudar o Google &#8211; <em>até porque é quase impossível definir o que é o que na quantidade de material duvidoso postado dia após dia na internet</em>-, mas o Facebook já assumiu seu erro com alguns de seus usuários. Temos é de nos policiar para parar de ver tanta malícia onde não tem, e não ignorar aquelas que são propositais e caem nas graças do povo. Assim como a roupa, que muitas vezes é horrível para umas e linda para outras, o erotismo depende dos olhos de quem vê. Mas o corpo nu não é um atentado violento ao pudor. <del><strong>Jamais</strong></del>.</p>
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		<title>Vá na festa de 25 anos do Fim de Século que a entrada é por nossa conta!</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 00:58:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Cafe</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Promoções]]></category>

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		<description><![CDATA[O Café gosta de estar envolvido em todo o tipo de manifestação cultural que possa vir a acontecer. Então, como estamos em 2012 (e tem muita gente achando que o mundo pode acabar), nada mais correto que festejar esse fim de mundo como fizemos nos anos 90 no Fim de Século &#8211; quando o mundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Café gosta de estar envolvido em todo o tipo de manifestação cultural que possa vir a acontecer. Então, como estamos em 2012 (e tem muita gente achando que o mundo pode acabar), nada mais correto que festejar esse fim de mundo como fizemos nos anos 90 no Fim de Século &#8211; quando o mundo deveria acabar no ano 2000.</p>
<p style="text-align: justify;">Então é hora de ir festejar o novo e o velho, revendo a casa mais badalada dos<em> 90&#8242;s glam</em> de <strong>Porto Alegre</strong>, com as pistas que faziam a cabeça da galera &#8211; <em>bem diferente das que se tem hoje na cidade.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/FDSC-FLYER-POABEAT-AF.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-11284" title="FDSC FLYER POABEAT AF" src="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/FDSC-FLYER-POABEAT-AF-e1337037154952.jpg" alt="" width="550" height="353" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">E como você, leitor d&#8217;O Café, não pode estar fora dessa, nós estamos sorteando 3 (três) entradas liberadíssimas, para você cair na pista e se levantar só depois do fim do mundo!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E para concorrer a essa mamata é muito simples!</strong></p>
<blockquote><p> 1- Você tem de ser maior de idade &#8211; <em>senão você será barrado na porta da casa</em>;</p>
<p>2- Siga o site no <a href="https://twitter.com/#!/ocafebr" target="_blank">twitter</a>;</p>
<p>3- Curta a página do site no <a href="https://www.facebook.com/OCafebr" target="_blank">Facebook</a>;</p>
<p>4- Daí é só tuitar &#8220;Eu quero ir na festa de 25 anos do FDSC pelo @ocafebr&#8221; e cruzar os dedinhos!</p>
<p><strong>E não deixe de preencher seus dados abaixo, para o nome entrar na lista!</strong></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">E não se esqueça! A festa é dia 18 de maio, e o sorteio será realizado dia 18 as 15 hs! Não perca tempo!</p>

		<div id="usermessage2a" class="cf_info "></div>
		<form enctype="multipart/form-data" action="/feed/#usermessage2a" method="post" class="cform sorteio-fds " id="cforms2form">
		<fieldset class="cf-fs1">
		<legend>Cadastro Sorteio FDS</legend>
		<ol class="cf-ol">
			<li id="li-2-2" class=""><label for="cf2_field_2"><span>Nome Completo</span></label><input type="text" name="cf2_field_2" id="cf2_field_2" class="single fldrequired" value="Nome Completo" onfocus="clearField(this)" onblur="setField(this)"/><span class="reqtxt">(obrigatório)</span></li>
			<li id="li-2-3" class=""><label for="cf2_field_3"><span>Email</span></label><input type="text" name="cf2_field_3" id="cf2_field_3" class="single fldemail fldrequired" value=""/><span class="emailreqtxt">(endereço válido necessário)</span></li>
			<li id="li-2-4" class=""><label for="cf2_field_4"><span>Telefone</span></label><input type="text" name="cf2_field_4" id="cf2_field_4" class="single fldrequired" value=""/><span class="reqtxt">(obrigatório)</span></li>
			<li id="li-2-5" class=""><label for="cf2_field_5"><span>Perfil no Twitter</span></label><input type="text" name="cf2_field_5" id="cf2_field_5" class="single" value="@"/></li>
		</ol>
		</fieldset>
		<fieldset class="cf_hidden">
			<legend>&nbsp;</legend>
			<input type="hidden" name="cf_working2" id="cf_working2" value="<span>Enviando%20seu%20cadastro...</span>"/>
			<input type="hidden" name="cf_failure2" id="cf_failure2" value="<span>Please%20fill%20in%20all%20the%20required%20fields.</span>"/>
			<input type="hidden" name="cf_codeerr2" id="cf_codeerr2" value="<span>Please%20double-check%20your%20verification%20code.</span>"/>
			<input type="hidden" name="cf_customerr2" id="cf_customerr2" value="yyy"/>
			<input type="hidden" name="cf_popup2" id="cf_popup2" value="nn"/>
		</fieldset>
		<p class="cf-sb"><input type="submit" name="sendbutton2" id="sendbutton2" class="sendbutton" value="Cadastrar" onclick="return cforms_validate('2', false)"/></p></form><p class="linklove" id="ll2"><a href="http://www.deliciousdays.com/cforms-plugin"><em>cforms</em> contact form by delicious:days</a></p>
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		<title>Especial Palco Giratório: Oxigênio</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 02:07:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Saul</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Especial Palco Giratório 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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		<description><![CDATA[Teatro, dança e música são três artes aparentemente distintas e que por vezes se entrelaçam. Existe cada vez mais uma demanda de espetáculos teatrais coreografados e o mesmo vale para narrativas que contam com o acréscimo de inserções musicais. Geralmente os resultados são antagônicos: ou o trabalho é muitíssimo bem-sucedido ou torna-se um verdadeiro fiasco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Teatro, dança e música</em> são três artes aparentemente distintas e que por vezes se entrelaçam. Existe cada vez mais uma demanda de espetáculos teatrais coreografados e o mesmo vale para narrativas que contam com o acréscimo de inserções musicais. Geralmente os resultados são antagônicos: ou o trabalho é muitíssimo <strong>bem-sucedido</strong> ou torna-se um verdadeiro <strong>fiasco artístico</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Oxigenio-palco-giratorio-sesc.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-11290" title="Oxigenio, palco giratorio, sesc" src="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Oxigenio-palco-giratorio-sesc-e1337047155999.jpg" alt="" width="550" height="366" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a title="Oxigênio" href="http://www.companhiabrasileira.art.br/oxigenio.php">Oxigênio</a>, da <em>Cia Brasileira de Teatro do Paraná</em>, apresenta uma proposta instigante: descrever a situação de um homem que é condenado juntamente com a amante, do assassinato de sua mulher. Até ai não teria nada de inovador, não fosse o fato dos atores <em>Patricia Kamis</em> e <em>Rodrigo Bolzan (</em><a title="prêmio shell" href="http://www.shell.com/home/content/bra/aboutshell/media_centre/news_and_media_releases/2012/news/pst_sp_winners_210312.html">prêmio shell </a>de melhor ator por esse trabalho) incrementarem essa narrativa com partituras corporais e uma banda, dando vazão à um espetáculo com tom irônico e<em> non-sense</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Com texto do siberiano<a title="Ivan Viripaev" href="http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&amp;sl=fr&amp;u=http://www.theatre-russe.info/pages/whoswho/viripaev01.htm&amp;ei=QbGxT-6pLoGG8QTCmKTnCA&amp;sa=X&amp;oi=translate&amp;ct=result&amp;resnum=2&amp;ved=0CCYQ7gEwATgK&amp;prev=/search%3Fq%3DIvan%2BViripaev%26start%3D10%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26biw%3D1360%26bih%3D600%26prmd%3Dimvns"> Ivan Viripaev </a>e dirigida por <a title="Marcio Abreu" href="http://www.spescoladeteatro.org.br/enciclopedia/index.php/Marcio_Abreu">Marcio Abreu</a>, a trama desenrola-se acerca de temas pertinentes da sociedade contemporânea: religião, política, sociedade e humanidade. O ritmo é sempre frenético, os personagens despejam no público de forma crua e voraz informações que aparentemente não fazem sentido, mas que se formos analisar bem de perto, retratam claramente as nuances dos tempos modernos: uma insensibilidade padronizada, a ultra-valorização do capitalismo e o prazer hedonista individual.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Rodrigo-Bolzan-Oxigenio-Cia-de-Teatro-Brasileira-Marcio-Abreu.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-11291" title="Rodrigo Bolzan, Oxigenio, Cia de Teatro Brasileira, Marcio Abreu" src="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Rodrigo-Bolzan-Oxigenio-Cia-de-Teatro-Brasileira-Marcio-Abreu-e1337047273177.jpg" alt="" width="550" height="337" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Um dos grandes méritos de Oxigênio é a antítese<em> texto-corpo</em>. Os atores em diversos momentos do espetáculo reverberam em suas ações exatamente o contrário do significado de suas falas. Em determinada cena, falam e descrevem o homossexualismo e a pedofilia por parte da Igreja Católica enquanto desfilam como se estivessem na passarela de um grande evento de moda. Em alguns momentos, a quantidade de temas abordados é tamanha, que nem lembra-se mais do assassinato mencionado no início do espetáculo. Mas ao final, percebe-se que o assassinato foi o mote para toda a continuidade da narrativa.</p>
<p style="text-align: justify;">Oxigênio promove uma reflexão sobre os valores embutidos na sociedade contemporânea através da musicalidade e do corpo atuante. Um espetáculo de qualidade ímpar, poucas vezes visto em nosso país.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Marcio-Abreu-Oxigenio-Cia-Brasileira-de-Teatro.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-11292" title="Marcio Abreu, Oxigenio, Cia Brasileira de Teatro" src="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Marcio-Abreu-Oxigenio-Cia-Brasileira-de-Teatro-e1337047363938.jpg" alt="" width="550" height="366" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>FICHA TÉCNICA</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Elenco: </strong>Patricia Kamis e Rodrigo Bolzan</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Músicos: </strong>Gabriel Schwartz/Vadeco/Miro Dottori (em alternância)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Texto: </strong>Ivan Viripaev</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tradução: </strong>Irina Starostina e Giovana Soar</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Direção: </strong>Marcio Abreu</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Trilha Sonora: </strong>Gabriel Schwartz</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Iluminação: </strong>Nadja Naira</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Operador de Luz: </strong>Henrique Linhares</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cenário: </strong>Fernando Marés</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Figurino: </strong>Ranieri Gonzalez</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fotos: </strong>Elenize Dezgeniski</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cenotécnico: </strong>Sérgio Richter</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Contra-regras: </strong>Josiel Paris e Mateus Fiorentino</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Produção Executiva: </strong>Cássia Damasceno</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Assistente de Produção: </strong>Nina Ribas</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Realização: </strong>Cia Brasileira de Teatro (PR)</p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		<title>A realidade é a ficção: mais uma conversa com Jaime</title>
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		<pubDate>Sun, 13 May 2012 17:12:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Pedro Wapler</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<category><![CDATA[Teoria da Poesia Concreta]]></category>
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		<description><![CDATA[Conversei mais uma vez com meu amigo Jaime Medeiros Jr. Além de um belo poeta, ele agora também está aventurando-se nas veredas das crônicas. Tentei provocar um pouco meu companheiro de livros e papos para juntos confabularmos sobre a função da arte em nossas vidas. Jaime é pediatra. Leitor e só bem depois escritor porto-alegrense. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/joao-pedro-wapler-o-cafe-literatura-porto-alegre-brazil.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-11263" title="joao-pedro-wapler-o-cafe-literatura-porto-alegre-brazil" src="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/joao-pedro-wapler-o-cafe-literatura-porto-alegre-brazil.jpg" alt="" width="544" height="408" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Conversei mais uma vez com meu amigo Jaime Medeiros Jr. Além de um belo poeta, ele agora também está aventurando-se nas veredas das crônicas. Tentei provocar um pouco meu companheiro de livros e papos para juntos confabularmos sobre a função da arte em nossas vidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Jaime é pediatra. Leitor e só bem depois escritor porto-alegrense. Escreveu o livro de poemas <em>Na ante-sala</em>  e lançou recentemente o livro  de crônicas <a href="http://www.modelodenuvem.com.br/site/" target="_blank"><em>Retrato de um tempo à meia-luz</em> </a> as quais teima em denominar <em>prosa ligeira</em>. Escreve para os blogs da <a href="http://palavraria.wordpress.com/category/cronicas-da-palavraria/" target="_blank">Palavraria</a> e para o blog <a href="http://www.simpleshermenautica.com" target="_blank">Simples Hermenáutica</a> .</p>
<p style="text-align: justify;">Aqui está o registro de nossas viagens mentais:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Você é um poeta que escreve crônicas. Da onde veio esse desejo de enveredar por esse caminho mais coloquial, assumindo o papel de cronista?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">De início tudo aconteceu devido ao convite do Luiz Heron, um dos donos da Palavraria, para que escrevesse a cada duas semanas um texto para o blog da Palavraria. Primeiro medo, depois correr os riscos. Mais tarde gosto pela coisa. Mais interatividade. E algo confirmando que você também pode ser lido [comentários]. Não estou mais tão só assim.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Qual escrita faz você se sentir mais livre: a poética ou a de cronista?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Creio que qualquer texto tem a sua economia. Portanto de certa forma nenhum texto é livre. As nossas escolhas iniciais exigem que façamos as próximas escolhas de tal ou tal jeito. De outra sorte, nenhum texto é uma prisão, sempre que fazes bem feito [e fazer é a palavra certa aqui] tu já não podes dar conta de tudo controlar, tu deves te entregar ao fazer, o que sempre acaba por te por frente àquilo que não antevias lá nos inícios, o qual talvez seja justo chamá-lo outro. Aqui sempre acabo por lembrar o que dizia Décio Pignatari na <em>Teoria da Poesia Concreta</em>, que o poema é uma <em>aventura planificada</em>. O que entendo como a realidade não apenas do poema, mas de qualquer texto que se queira literário. A nossa liberdade é sempre liberdade dentro de certas condições. Mas não menos aventurosa quando venturosa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Existe um paralelo entre seus dois livros?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não sei bem ao certo. Mas quero adivinhar algumas semelhanças, talvez a mais importante delas é que ambos se fundam numa preferência pelo evocativo, pelo não explícito, pelo sugestivo. Algo que gosto de entender, na falta de uma outra qualquer melhor elucidação conceitual, como um quê simbolista.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Você é apaixonado pela sétima arte. Como ela é conjugada com sua criação literária?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em <em>Na ante-sala</em> algumas pessoas apontaram que os cortes feitos lembravam os cortes que a câmera produz no filme. Depois aprendi com Eco em <em>Seis passeios pelos bosques da ficção</em> que muitos dos recursos que entendemos como eminentemente cinematográficos, como o zoom, por exemplo, não são exclusivos da sétima arte, pois eram recursos já explorados pela literatura. De certa forma são recursos da narrativa.</p>
<p style="text-align: justify;">Pra além disso, gosto de cinema. E aqui gosto de me encantar. E só depois pensar. Gosto de me tomar pelo ritmo da coisa. E só depois tentar compreender. E por fim gosto de semear sonhos e só depois tentar colher. Isso muitas vezes dá samba.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>As suas crônicas tem circulação na internet. Por que reuni-las num livro? A rede mundial ainda não é uma plataforma suficiente para registrar e difundir um texto?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nasci no milênio passado. Num livro sublinho, sinto o cheiro, toco, derramo café. Amarfanho, ponho orelhas. Por fim, sinto como uma presença. Desculpem-me por favor o meu modo de vida em obsolescência.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Os livros estão entrando em desuso com essa torrente informacional tresloucada?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Me parece que o livro, por tudo aquilo que afirmo como resposta à pergunta anterior, enquanto houver pessoas nascidas no milênio passado, terá espaço assegurado para a sua apresentação tradicional em papel. Por outro lado nota-se como que uma pandemia de TDAH. Os leitores parecem não conseguir permanecer por muito a dar de olhos e um único texto. O que parece favorecer as formas breves. A pergunta que faria e que não sei responder é: O que vêm primeiro o leitor desatento que não se sente atraído senão por textos curtos, ou a crença de que os leitores não leem senão textos curtos faz com que o que lhe seja ofertado sejam escritos feitos em brevidade, o que ainda mais deseducaria o leitor a ter gosto e hábito de ler textos longos? Lembremos do constante enxugamento do conteúdo de nossos periódicos. De outro lado porém, recordemos que mesmo um livro voltado ao público infantil, como os da série Harry Potter parecem, apesar de bem extensos, não espantar leitores, mesmo os adultos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A boa literatura pode moldar o caráter de alguém?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Acho pouco provável que se mude alguma coisa no mundo com um livro. Mas acredito, sim, que deveríamos tentar ser mais atentos às possíveis implicações do que se escreve sobre aquilo que já está a aflorar como tendência na alma de nossos leitores, tanto para o bem quanto para o mal, exemplificando: quanto o <em>Sofrimentos do Jovem Werther</em> está verdadeiramente implicado na epidemia de suicídios que houve a sua época? A literatura é inócua?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>As pessoas não estão ignorantes demais atualmente ou o mundo sempre foi assim?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Eu sou ignorante e portanto ignoro quem são os ignorantes. Deste modo deixo aos que sabem cuidar de nós.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A realidade é mais interessante do que a ficção?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A pergunta que faria: aquilo que teimamos denominar realidade não é apenas mais uma espécie de ficção? Ou dito de outro modo: aquilo que teimamos denominar ficção, não é apenas mais uma espécie de realidade?</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Especial Palco Giratório: Música para cortar os pulsos</title>
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		<pubDate>Sat, 12 May 2012 22:50:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Saul</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Palco Giratório 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Empório de Teatro Sortido]]></category>
		<category><![CDATA[Fábio Lucindo]]></category>
		<category><![CDATA[Mayara Constantino]]></category>
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		<category><![CDATA[Música Para Cortar os Pulsos em Porto Alegre]]></category>
		<category><![CDATA[Música Para Cortar os Pulsos no Palco Giratório]]></category>
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		<category><![CDATA[Romeu]]></category>
		<category><![CDATA[Romeu e Julieta]]></category>
		<category><![CDATA[Rosalinda]]></category>
		<category><![CDATA[temáticas adolescentes]]></category>
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		<description><![CDATA[“Onde começam as histórias de amor? Quantos amantes elas sacrificam para serem contadas? “Em que parte da música elas terminam?” Três adolescentes. Três amigos. Sonhos, expectativas, amores não correspondidos. Ansiedade, euforia, decepção, constatação. Isabela carrega a lembrança do abandono recente, Felipe está numa fase de incertezas e descobertas e Ricardo terminou um namoro recente com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>“Onde começam as histórias de amor?</em></strong></p>
<p><strong><em>Quantos amantes elas sacrificam para serem contadas?</em></strong></p>
<p><strong><em>“Em que parte da música elas terminam?”</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Três adolescentes. Três amigos. Sonhos, expectativas, amores não correspondidos. Ansiedade, euforia, decepção, constatação. Isabela carrega a lembrança do abandono recente, Felipe está numa fase de incertezas e descobertas e Ricardo terminou um namoro recente com Arthur pois se apaixonou por Felipe. Três seres humanos em busca de si mesmos.</p>
<p style="text-align: justify;">Espetáculo aclamado no cenário paulistano de teatro, <a title="Música Para Cortar os Pulsos" href="http://musicaparacortarospulsos.blogspot.com.br/">Música Para Cortar os Pulsos</a>, foi a vencedora do prêmio <em>APCA</em> (Assosciação Paulista de Críticos de de Arte na categoria melhor peça jovem de 2010 e faturou o <em>Troféu Ítalo Rossi</em> 2011 de melhor Espetáculo e Direção.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Musica-Para-Cortar-os-Pulsos-emporio-de-teatro-sortido-Rafael-Gomes.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-11269" title="Musica Para Cortar os Pulsos, emporio de teatro sortido, Rafael Gomes" src="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Musica-Para-Cortar-os-Pulsos-emporio-de-teatro-sortido-Rafael-Gomes.jpg" alt="" width="500" height="450" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">E os méritos definitivamente não são a toa. A jovem companhia <a title="Empório de Teatro Sortido" href="http://emporiodeteatrosortido.blogspot.com.br/">Empório de Teatro Sortido</a> (criada por <em>Rafael Gomes</em> – diretor da peça – e <em>Vinicius Calderoni</em>) exibe aqui um trabalho de uma sensibilidade tocante. O cenário é simples: três painéis ao fundo aonde no início de cada ato, os atores escrevem a palavra-chave da cena, três microfones com uma lâmpada embutida em cada um e mais alguns poucos elementos utilizados pelos atores para compor a narrativa. E é nesse espaço que tece-se o enredo da trama, que foi concebida originalmente para um roteiro cinematográfico com influências de canções e trilhas que marcaram a vida do diretor. Das trilhas vieram as situações e das situações surgiu o texto.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Fabio-Lucindo-musica-para-cortar-os-pulsos-emporio-de-teatro-sortido.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-11270" title="MÃºsica para Cortar os Pulsos volta a SP" src="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Fabio-Lucindo-musica-para-cortar-os-pulsos-emporio-de-teatro-sortido-e1336862497394.jpg" alt="" width="550" height="320" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Fábio Lucindo</em> é doce e carismático na pele de<em> Ricardo</em> e alcança seu ápice no momento em que narra a declaração de amor à Felipe, <em>Victor Mendes</em> na pele de <em>Felipe</em> é inseguro, ansioso e levemente frenético, denotando a dificuldade latente dos adolescentes em fazer escolhas e se apaixonar, mas convém aqui enaltecer a atuação absolutamente arrebatadora de <em>Mayara Constantino</em>, a melhor atuação da peça, envolvente, frívola e romântica na pele de <em>Isabela</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Os atores, apesar de serem atores paulistanos, poderiam ser gaúchos, paranaenses, cariocas e etc, pois as situações ali vivenciadas afligem todos os adolescentes ao redor do planeta, com temas universais e, mais importante, dando voz (à exemplo das peças locais <a title="Adolescer" href="http://www.adolescer.com.br/">Adolescer</a> e mais recentemente <a title="O Clube dos Cinco" href="http://oclubedoscinco.tumblr.com/">O Clube Dos Cinco</a>) à um gênero teatral cada vez mais esquecido e negligenciado por muitas companhias teatrais e que urge por uma necessidade vital de expressão.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Victor-Mendes-Mayara-Constantino-musica-para-cortar-os-pulsos.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-11271" title="Victor Mendes, Mayara Constantino, musica para cortar os pulsos" src="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/Victor-Mendes-Mayara-Constantino-musica-para-cortar-os-pulsos-e1336862619940.jpg" alt="" width="550" height="825" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Ao final, a platéia, repleta de um público heterogêneo aplaudiu justamente de pé o espetáculo, que merece rodar o Brasil inteiro tocando os corações de muita gente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>FICHA TÉCNICA</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Texto e Direção: </strong>Rafael Gomes</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Elenco: </strong>Fábio Lucindo, Mayara Constantino e Victor Mendes</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cenografia: </strong>André Cortez</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Iluminação: </strong>Marisa Bentivegna</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Figurino: </strong>Anne Cerutti</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Assistência de direção e preparação de atores: </strong>Thiago Ledier</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Operação de Luz: </strong>Renato Franco</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Produção: </strong>Euforia Produções/Substância Filmes e Outras Misturas</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Direção de Produção: </strong>Isabel Sachs</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Produção Executiva: </strong>Ana Terra</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Coordenação de Produção: </strong>Giba Ka &#8211; Dois Pontos Produções</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Produção Curitiba: </strong>Edran Mariano</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Produção Florianópolis: </strong>A&amp;B Eventos</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Produção Joinville: </strong>Studio Produções</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Produção Porto Alegre: </strong>Palco Aberto</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Projeto Gráfico: </strong>Camila Sato</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Adaptação Projeto Gráfico: </strong>Leandro Machado</p>
<p>                                   <object width="550" height="309" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="https://www.youtube-nocookie.com/v/UvsugfpcM0E?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="550" height="309" type="application/x-shockwave-flash" src="https://www.youtube-nocookie.com/v/UvsugfpcM0E?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
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		<title>Fantaspoa 8ª edição, o cinema fantástico em pauta.</title>
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		<pubDate>Sat, 12 May 2012 00:39:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Castro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Iniciou na noite do dia 04, em verissage no Cinebancários, a 8ª Edição do Fantaspoa, o festival de cinema fantástico realizado anualmente em Porto Alegre. Com casa cheia e direito a sessão extra do filme inaugural, &#8221; Nervo Craniano Zero&#8221;, do diretor Paulo Biscaia Filho, a edição de 2012 promete ser a mais bem sucedida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Iniciou na noite do dia 04, em verissage no Cinebancários, a 8ª Edição do Fantaspoa, o festival de cinema fantástico realizado anualmente em Porto Alegre. Com casa cheia e direito a sessão extra do filme inaugural, &#8221; Nervo Craniano Zero&#8221;, do diretor Paulo Biscaia Filho, a edição de 2012 promete ser a mais bem sucedida em termo de público.</div>
<div style="text-align: justify;"><a href="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/nervo-craniano-zero-foto-marco-novack-baixa.jpg"><img class="size-full wp-image-11239 aligncenter" title="nervo-craniano-zero-foto-marco-novack-baixa" src="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/nervo-craniano-zero-foto-marco-novack-baixa.jpg" alt="" width="509" height="339" /></a></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Além da abertura do festival, o Cinebancários inaugurou ao público a exposição da fotógrafa Kasha Lee. Intitulada &#8221; <a href="http://www.fantaspoa.com/2012/demons-divas" target="_blank">Demons Divas</a>&#8221; o trabalho foca em modelos feminas caracterizadas como divas do cinema de terror clássico. A mostra fotografica inclui-se na programação do fantaspoa, porém sua duração se estende ao término do festival, podendo ser conferida até o dia 31 de maio , no horário das  9 às 18 hrs, no Cinebancários.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">A sessão de estréia muito badalada como previsto, deixou a sala em lotação máxima. O público estava mesmo curioso em conferir a produção nacional &#8221; <strong>Nervo Craniano Zer</strong>o&#8221;.</div>
<div style="text-align: justify;">Veja vídeo do filme:</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/ddrUzdJKcl0" frameborder="0" width="550" height="309"></iframe></p>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">O longa que segue o estilo iniciado pelo diretor em &#8221; <a href="http://guia.gazetadopovo.com.br/cinema/morgue-story--sangue-baiacu-e-quadrinhos/1598/" target="_blank">Morgue Story-Sangue, Baiacu e Quadrinhos</a>&#8220;, assume agora a estética horror <em>camp</em> de forma mais explícita e sem pudor.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<blockquote>
<div style="text-align: justify;">A intenção de &#8220;<em> Nervo Craniano Zero</em>&#8221; é homenagear o cinema de terror <em>gore</em> dos anos oitenta, valendo-se de humor negro e simples, a produção inova na abordagem pouco usada no horror nacional, em que o elenco usa técnicas semelhantes ao teatro de farsa, fazendo o espectador pensar se realmente alguém além dele está levando a história a sério.</div>
</blockquote>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Com a participação da atriz e vocalista da Banda Mais Bonita Da Cidade, Uyara Torrente e do Diretor Paulo Bascaia Filho, o debate  após a exibição deu-se em clima muito descontraído.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">As homenagens dessa 8ª edição do Fantaspoa, não poderiam deixar os fãs de terror mais deslumbrados. Os cultuados diretores norte-americanos <a href="http://www.imdb.com/name/nm0773541/" target="_blank">David Schmoeller</a> e <a href="http://www.imdb.com/name/nm0002340/" target="_blank">Stuart Gordon</a>, estarão fazendo sessões comentadas após exibição de seus filmes, &#8220;<em>Re-animator</em>&#8221; clássico de Gordon e numa das sessões comentadas com David Schmoeller, será apresentado, em première mundial, seu novo filme: “<em>Pequenos Monstros</em>” (“Little Monsters”).</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">O VIII Fantaspoa será realizado entre os dias 04 e 20 de maio de 2012, e é uma apresentação do Ministério da Cultura e da Petrobras.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">A programação completa pode ser conferida em: <a href="http://www.fantaspoa.com/2012/" target="_blank">http://www.fantaspoa.com/<wbr>2012/</wbr></a></div>
]]></content:encoded>
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		<title>Pânico na TV. Era uma vez&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 15:16:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvia Lazzaretti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[TV]]></category>
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		<category><![CDATA[crítica]]></category>
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		<category><![CDATA[Wagner Moura]]></category>

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		<description><![CDATA[A proposta inicial do programa Pânico na TV era divergir da relação ente famosos e mídia, que por sua vez é uma relação falsa e pouco barata. Mas de que forma as coisas mudaram nesse programa? Como que uma proposta desse tipo tenha se tornado isso (que está no vídeo abaixo)? É interessante perceber como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A proposta inicial do programa Pânico na TV era divergir da relação ente famosos e mídia, que por sua vez é uma relação falsa e pouco barata. Mas de que forma as coisas mudaram nesse programa? Como que uma proposta desse tipo tenha se tornado isso (que está no vídeo abaixo)?</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/DsaZh13S2cs" frameborder="0" width="550" height="403"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">É interessante perceber como as coisas giram em torno do visual feminino no programa. A todo o momento, mulheres seminuas se posicionam perante as câmeras que as estão filmando, forçando quem as assiste a fazer um exame ginecológico completo. <em>São carnes em um açougue.</em></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Mas e a relação da tal ‘Panicat’, que raspou os cabelos e foi ao ar? De fato, qual é a importância disso? Afinal, só essa mulher no Brasil raspa os cabelos? De um programa que pretendia criticar a ‘hight society’ virou um programa de cabelereiros ou açougue! Ou pior ainda, um programa em que o humor está associado ao preconceito e outras formas de desrespeito.</p>
</blockquote>
<div id="attachment_11252" class="wp-caption alignleft" style="width: 163px"><a href="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/SabrinaSato-281210.jpg"><img class=" wp-image-11252  " title="Sabrina Sato programa panico na tv" src="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/SabrinaSato-281210-219x300.jpg" alt="" width="153" height="210" /></a><p class="wp-caption-text">Sabrina Sato e sua moeda: seu corpo!</p></div>
<p style="text-align: justify;">O <em>machismo</em> está extremamente impregnado nesse programa, não só pelas <em>garotas-carne</em>, que disputam lugar na sua televisão, mas também por estereotipar a única mulher que tem voz durante o programa como <em>desprovida de cérebro</em>. <em>Mas ela tem um belo corpo, e isso a faz permanecer no programa.</em> Além, é claro, deve se subjugar a vários testes perigosos, para que continue com seu emprego.</p>
<p style="text-align: justify;">As entrevistas aos pseudo-artistas-famosos eram, na sua proposta original, algo que parecia criticar o show business, e atualmente faz coisas que não haviam necessidade. Quem não se recorda dos antigos quadros do “<em>Vesgo e Silvio</em>”, que eram bacanas, por fazerem coisas estúpidas na frente de artistas, maleabilizando a própria relação com eles. Hoje o que se faz além de jogar gel verde na cabeça de Wagner Moura?</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/0cRuS9oEwIY" frameborder="0" width="550" height="403"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">Em carta aberta, Wagner Moura critica a relação dos entrevistadores com os entrevistados:</p>
<blockquote><p>“Quando estava saindo da cerimônia de entrega do prêmio APCA, há duas semanas em São Paulo, fui abordado por um rapaz meio abobalhado. Ele disse que me amava, chegou a me dar um beijo no rosto e pediu uma entrevista para seu programa de TV no interior. Mesmo estando com o táxi de porta aberta me esperando, achei que seria rude sair andando e negar a entrevista, que de alguma forma poderia ajudar o cara, sei lá, eu sou da época da gentileza, do muito obrigado e do por favor, acredito no ser humano e ainda sou canceriano e baiano, ou seja, um babaca total. Ele me perguntou uma ou duas bobagens, e eu respondi, quando, de repente, apareceu outro apresentador do programa com a mão melecada de gel, passou na minha cabeça e ficou olhando para a câmera rindo. Foi tão surreal que no começo eu não acreditei, depois fui percebendo que estava fazendo parte de um programa de TV, desses que sacaneiam as pessoas. Na hora eu pensei, como qualquer homem que sofre uma agressão, em enfiar a porrada no garoto, mas imediatamente entendi que era isso mesmo que ele queria, e aí bateu uma profunda tristeza com a condição humana, e tudo que consegui foi suspirar algo tipo “que coisa horrível” (o horror, o horror), virar as costas e entrar no carro. Mesmo assim fui perseguido por eles. Não satisfeito, o rapaz abriu a porta do táxi depois que eu entrei, eu tentei fechar de novo, e ele colocou a perna, uma coisa horrorosa, violenta mesmo. Tive vontade de dizer: cara, cê tá louco, me respeita, eu sou um pai de família! Mas fiquei quieto, tipo assalto, em que reagir é pior.</p>
<p>” O que vai na cabeça de um sujeito que tem como profissão jogar meleca nos outros? É a espetacularização da babaquice ”</p>
<p>O táxi foi embora. No caminho, eu pensava no fundo do poço em que chegamos. Meu Deus, será que alguém realmente acha que jogar meleca nos outros é engraçado? Qual será o próximo passo? Tacar cocô nas pessoas? Atingir os incautos com pedaços de pau para o deleite sorridente do telespectador? Compartilho minha indignação porque sei que ela diz respeito a muitos; pessoas públicas ou anônimas, que não compactuam com esse circo de horrores que faz, por exemplo, com que uma emissora de TV passe o dia INTEIRO mostrando imagens da menina Isabella. Estamos nos bestializando, nos idiotizando. O que vai na cabeça de um sujeito que tem como profissão jogar meleca nos outros? É a espetacularização da babaquice. Amigos, a mediocridade é amiga da barbárie! E a coisa tá feia.</p>
<p>Isso naturalmente não o impediu de colocar a cagada no ar. Afinal de contas, vai dar mais audiência</p>
<p>Digo isso com a consciência de quem nunca jogou o jogo bobo da celebridade. Não sou celebridade de nada, sou ator. Entendo que apareço na TV das pessoas e gosto quando alguém vem dizer que curte meu trabalho, assim como deve gostar o jornalista, o médico ou o carpinteiro que ouve um elogio. Gosto de ser conhecido pelo que faço, mas não suporto falta de educação. O preço da fama? Não engulo essa. Tive pai e mãe. Tinham pais esses paparazzi que mataram a princesa Diana? É jornalismo isso? Aliás, dá para ter respeito por um sujeito que fica escondido atrás de uma árvore para fotografar uma criança no parquinho? Dois deles perseguiram uma amiga atriz, grávida de oito meses, por dois quarteirões. Ela passou mal, e os caras continuaram fotografando. Perseguir uma grávida? Ah, mas tá reclamando de quê? Não é famoso? Então agüenta! O que que é isso, gente? Du Moscovis e Lázaro (Ramos) também já escreveram sobre o assunto, e eu acho que tem, sim, que haver alguma reação por parte dos que não estão a fim de alimentar essa palhaçada. Existe, sim, gente inteligente que não dá a mínima para as fofocas das revistas e as baixarias dos programas de TV. Existe, sim, gente que tem outros valores, como meus amigos do MHuD (Movimento Humanos Direitos), que estão preocupados é em combater o trabalho escravo, a prostituição infantil, a violência agrária, os grandes latifúndios, o aquecimento global e a corrupção. Fazer algo de útil com essa vida efêmera, sem nunca abrir mão do bom humor. Há, sim, gente que pensa diferente. E exigimos, no mínimo, não sermos melecados.</p>
<p>No dia seguinte, o rapaz do programa mandou um e-mail para o escritório que me agencia se desculpando por, segundo suas palavras, a “cagada” que havia feito. Isso naturalmente não o impediu de colocar a cagada no ar. Afinal de contas, vai dar mais audiência. E contra a audiência não há argumentos. Será?”</p></blockquote>
<p>Quem gosta desse tipo de atitude? Por um acaso esquecemos que somos todos feitos da mesma coisa: carne e ossos? Até onde vai toda essa corrida pela audiência televisiva? Não há limites?</p>
<p>Neste caso, eu prefiro desligar a televisão nos domingos!</p>
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		<title>Você quer ser um vingador? Duvido que a resposta seja não!</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 00:47:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvia Lazzaretti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[Capitão América]]></category>
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		<description><![CDATA[A história dos heróis da Marvel não para de bater novos recordes de bilheteria, e com isto o total arrecadado com o filme passa dos 60 milhões só no Brasil! Com tantos efeitos especiais, e narrativas perspicazes, o filme não deixa de merecer a arrecadação. Sem dúvida o personagem “Hulk” ganhou as cenas, demonstrando o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A história dos heróis da <a href="http://www.marvelbrasil.com/index.php" target="_blank">Marvel</a> não para de bater novos recordes de bilheteria, e com isto o total arrecadado com o filme passa dos 60 milhões só no Brasil! Com tantos efeitos especiais, e narrativas perspicazes, o filme não deixa de merecer a arrecadação.</p>
<div id="attachment_11244" class="wp-caption aligncenter" style="width: 426px"><a href="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/avengers___wallpaper_by_alilzeker.jpg"><img class=" wp-image-11244   " title="avengers___wallpaper_by_alilzeker" src="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/avengers___wallpaper_by_alilzeker.jpg" alt="" width="416" height="311" /></a><p class="wp-caption-text">Os Vingadores.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Sem dúvida o personagem <em>“Hulk”</em> ganhou as cenas, demonstrando o roteiro sem quedas de clímax. Quando o personagem aparece, na irritação (constante) do <em>Dr. Banner</em>, rouba todas as risadas do público, e o mais impressionante é que o personagem quase não tem falas, durante as ‘possessões’ de Hulk.</p>
<p style="text-align: justify;">É evidente, entretanto que este personagem remete muito às pessoas modernas, que sob estresse do trabalho, acabam se tornando outras. O autocontrole aqui é o que traz Hulk à tona: o Dr. Banner traz tantas ‘pedras na garganta’ ao seu ser, que quando as solta se torna algo tão estressado que derruba tudo ao redor.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Nós temos Hulk!&#8221;:</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/eV_x6-0JhCE" frameborder="0" width="550" height="309"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">A interligação de todos estes personagens, ligados às histórias em quadrinhos, faz que com que haja muitas possibilidades de conecção entre eles mesmos. Esta aí, a briga constante entre Stark e Capitão América.</p>
<div id="attachment_11245" class="wp-caption aligncenter" style="width: 470px"><a href="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/mystique.jpg"><img class="size-full wp-image-11245" title="mystique" src="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/mystique.jpg" alt="" width="460" height="307" /></a><p class="wp-caption-text">As duas personalidades. Capitão América e Stark!</p></div>
<p style="text-align: justify;">O primeiro é um debochado milionário, que quer curtir a vida, assumindo responsabilidades mundiais, mas também rindo delas. Já Capitão América, é o homem dedicado à sociedade estadunidense e se sacrifica por ela, é o típico ex-soldado (porém é difícil que um ex-soldado siga a pátria de forma tão honrosa, já que presenciou o medo da morte em sangrentas batalhas por um satírico Estado). De qualquer forma, a briga entre os dois se torna coerente e delimita os dois personagens em esferas diferentes.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Algo que chama a atenção é a falta de um beijo ou romance, sempre previstos em filmes do gênero. Isto é genial! Combinar as lutas dos super-heróis, descartando a prévia ideia que o público fará sobre o final é algo, que deixou o público com aquele sorrisinho ao sair do cinema. Obviamente não faltou a sensação de paquera que rolou entre a Agente Romanoff e Clint Barton (o Gavião Arqueiro).</p>
</blockquote>
<div id="attachment_11246" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/os-vingadores-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-11246" title="os vingadores (3)" src="http://www.ocafe.com.br/wp-content/uploads/2012/05/os-vingadores-3-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Oi, martelo. Um dos vingadores: Thor!</p></div>
<p style="text-align: justify;">Longe das <a href="http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2012/05/destruicao-em-os-vingadores-causaria-prejuizo-de-us-160-bilhoes.html" target="_blank">realidades urbanas</a> o filme apresenta pessoas que gostaríamos de ser, com força imutável, capazes de destruir uma cidade inteira, sem se tornar um louco, afinal eles salvam peles. Na vida real as coisas seriam um pouco diferentes, os estragos feitos causariam prejuízos de 160 milhões de dólares (<em>o que não seria nada, se tudo fosse pago com a arrecadação do filme</em>). Mas isso tudo é só brincadeira.</p>
<p style="text-align: justify;">O entretenimento fácil e a possibilidade de agregar a tecnologia a isto é o que parece ser o futuro do cinema de super-heróis.</p>
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